Ano de Promoção da Vocação Missionária Redentorista

Ano de Promoção da Vocação Missionária Redentorista
(1º de agosto de 2013 – 09 de novembro de 2014)

Tema: Testemunhas e Missionários da Redenção.
Lema: Jesus te chama por teu nome (cf. 1 Sm 3) para proclamar o ano da graça do Senhor (Lc 4,18).

“Como testemunhas e missionários da Redenção, pedimos a Deus que renove nossa vocação individual e, sobretudo, como “um único corpo missionário’” (Const. 2). Na tradição de Santo Afonso, os grandes mistérios da redenção são: a Encarnação (a humanidade impregnada da presença de Deus, cf. Const. 19), a Paixão (compromisso e dom de si mesmo aos demais em Jesus Cristo, cf. Const. 48-50) e a Ressurreição (vida nova, presença permanente e transformação no espírito, cf. Const. 51 e 56)”. Assim, o Superior Geral, Pe. Michael Brehl, C.Ss.R. escreve em sua carta aos Redentoristas, motivando a vivência do Ano Vocacional.

Depois das Jornadas Afonsiana e Mundial da Juventude, transcorridas com tão singular entusiasmo, essa notícia chega como oportunidade de aprofundar projetos, firmando os passos nas pegadas de Cristo Redentor. O convite é para todos, porque trata-se de renovar a vocação missionária como parte essencial da experiência cristã. Sem acomodações, o que se busca é uma Congregação motivada a evangelizar, rompendo fronteiras e acomodações. Vida nova que emana do próprio espírito da reestruturação que é a chama que está aquecendo os corações redentoristas. Muito bom isso: esperança de novos tempos. E aqui estão os três eixos ao redor dos quais devem girar as iniciativas do ano vocacional, ou seja, encarnação, paixão e ressurreição.

A encarnação é o mistério que compreende o humano como morada do divino. Jesus, Filho de Deus, fez-se homem. Divindade esvaziada; humanidade exaltada. Encontro que faz da carne dos homens o espaço aberto de acolhida do infinito. Vocação primeira: vida é dom a ser cultivado, compartilhando atitudes como bondade e amizade. E tal caminho deve passar pelo amor oblativo que encontra referência maior na paixão de Cristo. Ele passou fazendo o bem, curando os doentes, visitando os pobres, perdoando os pecadores. Não há sentido grande para uma existência se ela não se joga ao serviço do irmão. E na doação, a Cruz será levada como força de vida compartilhada até o alvorecer da ressurreição, horizonte que permanece para além dos obstáculos tantos. Alicerçadas no tripé da encarnação - paixão - ressurreição, as escolhas cotidianas darão sentido ao viver.

Há um caminho a percorrer, então. E lembre-se: a fé cristã é sempre um convite primeiramente a escutar as interpelações de Deus. Geralmente, elas chegam como pergunta: “Senhor, que queres que eu faça?”. E culminam, depois de buscas e discernimentos, na generosidade do discípulo que ousa dizer “eis-me aqui”. Resposta que possibilita a todos serem missionários, anunciadores da Copiosa Redenção em variadas formas de vida. Eis o tempo da graça do Senhor! Pe. Vicente de Paula Ferreira, CSsR Superior da Província Redentorista do RJ-MG-ES

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