As alegrias e desafios de um novo ano na Comunidade Vocacional Santo Afonso

Confira o depoimento de alguns jovens da Comunidade Vocacional Santo Afonso:

 

AMADURECIMENTO

 

Henrico de Carvalho Lindolfo tem 17 anos, nasceu em Alto Rio Doce (MG), próximo a Barbacena, e está na Santo Afonso há um ano na casa. Quando entrou, pensou que teria muita dificuldade em conviver com os demais jovens, principalmente por causa da saudade da família. Embora distante dos pais e dos dois irmãos, acredita que isto servirá inclusive para seu amadurecimento.
Henrico soube do seminário através de um amigo e, interessado em optar por este caminho, enviou uma carta para o padre Ricardo Alexandre, C.Ss.R., então promotor da Pastoral Vocacional da Província de MG-RJ-ES, em Belo Horizonte. Desde o início contou com o apoio de toda a família, que o ajudou a se transferir para Juiz de Fora.


“Sinto muita saudade, mas isto é superável”, diz, ressaltando que “o ambiente na Comunidade é muito bom, a casa é maravilhosa. Estou plenamente consciente de que este é o caminho que quero seguir”.

 

 

SEGUINDO OS PASSOS DE GERALDO

 

Nascido em Pirapora, próximo a Várzea Grande (MG), na região de Montes Claros, Alef Ferreira Araújo, 15 anos, conheceu o trabalho Redentorista através do Almanaque São Geraldo 2012. Anteriormente, participara de encontros com a Congregação dos Sagrados Estigmas (Estigmatinos), realizados em Goiânia e Brasília. A revista dedicada ao missionário, contando toda sua trajetória de vida e obra, caiu-lhe nas mãos porque um padre da paróquia de sua cidade havia participado de uma excursão a Curvelo, de onde retornou com dois exemplares do Almanaque.

 

Um ficou com ele, que após ler e reler, imediatamente interessou-se pela Congregação Redentorista, recebendo ainda apoio do Irmão Alex, que conhecia um padre Redentorista. Não tardou muito e o promotor da Pastoral Vocacional da Província de MG-RJ-ES, padre Edson Alves da Costa, C.Ss.R., foi contactado. Então, participou do encontro no Seminário da Floresta, em Juiz de Fora, em setembro do ano passado, sendo em seguida convidado para o estágio em janeiro. Logo recebeu apoio da família que demonstrou felicidade com a notícia.

 

Alef não hesita ao falar sobre sua vocação e o processo que o conduziu à Comunidade, enfatizando que “estava à procura de uma identificação e a encontrei ao ler o Almanaque de São Geraldo e participar dos eventos”. Ele acredita que a saudade dos pais e dos dois irmãos existe, embora esteja há pouco tempo na casa, e afirma que este sentimento vai ajudá-lo a crescer com amadurecimento e discernimento.

 

 

TODOS IRMÃOS

 

Milton José Nascimento da Silva, de apenas 14 anos, é o caçula dos sete irmãos. Nasceu em Descoberto (MG), onde há três anos era coroinha (acólito). Seu interesse em ingressar na Congregação Redentorista foi despertado quando dois seminaristas da Comunidade Vocacional São Clemente, em Juiz de Fora, Rossini e Gedson, foram realizar uma missão na cidade. Sabia que carregava consigo o desejo, mas ainda não tinha consciência de sua vocação. Foi quando recebeu indicação para conversar com Pe. Edson. Então, participou do encontro realizado no Seminário da Floresta, em Juiz de Fora, sendo observado por uma equipe de padres Redentoristas, com o apoio de duas psicólogas e dos submonitores, que são seminaristas da Filosofia.

 

Milton sabe que vai sentir saudade, que aperta principalmente no início, mas também se escora no apoio e na tranquilidade da casa e do ambiente de irmandade, além de saber que sua família está feliz com sua opção Redentorista.

 

 

CRESCER E FLORESCER COMO GENTE

 

William José da Silva tem 15 anos e nasceu em Casagrande (MG), próximo a Conselheiro Lafaiete. Relembra que há um tempo estava um pouco desligado, mas percebeu que não deveria permanecer assim, decidindo então ser acólito. Ele tem um primo que é seminarista na Comunidade Vocacional São Clemente e que, na época, estava fazendo acompanhamento. Foi ele quem lhe explicou como tudo funcionava. Com isso, ficou mais animado, ressaltando que Deus ofereceu-lhe duas oportunidades.

 

A primeira, com a Missão Itinerante Redentorista em Casagrande, em julho de 2012, quando a primeira Escola Missionária realizou a preparação para o evento. Na época, o promotor vocacional, Padre Ricardo Alexandre C.Ss.R., o convidou para fazer o retiro da Semana Santa, mas acabou interrompendo o acompanhamento.

 

A segunda chance surgiu quando seus amigos Gustavo e João Paulo, de Casagrande, o chamaram para participar do encontro no Seminário da Floresta, em setembro, mas não veio. Em novembro, recebeu um email com o convite para o encontro na Comunidade Vocacional Dom Muniz, em Belo Horizonte. Logo depois, em janeiro, participou do Estágio Vocacional no Seminário da Floresta.

 

Ao abraçar a vocação, William acredita que o lema da Comunidade Vocacional Santo Afonso diz tudo: “Crescer e florescer como gente na verdade, liberdade e responsabilidade”. Para ele, particularmente a palavra “florescer” tem especial relevância, pois se aprende a conviver com a saudade. “A vocação fala mais alto”, afirma, acrescentando que “com a intercessão de Maria somos amparados e ajudados a superar as quedas, as dificuldades e a saudade. Senti o chamado de Deus e estou aqui há um ano para responder”.

 

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