Diferentes estímulos para a mesma vocação: servir

Os seminaristas Emanuel Francisco e Bruno Martins vivenciam o Ano de Síntese Pessoal de Experiências Substantivas (Ano SPES) e contam um pouco da caminhada rumo à vocação religiosa. Os jovens buscam caminhos diferentes: Emanuel Francisco encontra motivação no exemplo dos religiosos que assumiram o compromisso de serem irmãos, enquanto Bruno Martins percebeu o chamado quando se preparava em um seminário diocesano: não bastava ser padre, era preciso assumir a vocação como Deus quer.

 

 

MOTIVADO PELOS EXEMPLOS

O seminarista Emanuel Francisco Mendes Bastos, nascido em Matipó (MG), se sentiu encantado com os padres durante uma Semana Missionária em sua cidade, ocasião em que conheceu padre José Cláudio Teixeira, C.Ss.R.. Logo depois, entrou em contato com a Congregação e começou a fazer os encontros. No segundo ano de formação, ao ver o trabalho dos Irmãos Redentoristas Pedro Magalhães Gomes, Argemiro Herculano de Melo e Geraldo Pereira Neves, nasceu a vontade de ser como eles. Observando as atividades que eles estavam desenvolvendo, concluiu que podia se doar de forma diferente. A parte de organização e administração das comunidades chama a atenção do jovem: “Poder estar atento aos pequenos detalhes, acompanhar se tudo está funcionando, ser prestativo. Além de poder sair em missão, mesmo que não seja para longe”. Emanuel acredita que poderá estar “mais inserido com o povo, com os mais pobres e abandonados”. Hoje com 23 anos e vivenciando o Ano de Síntese Pessoal de Experiências Substantivas, seu sexto ano de formação, mantém aceso o desejo de ser um anunciador da boa nova.

 

 

MUDANÇA DE CAMINHO

Quando estava no segundo ano de Teologia, no Seminário Arquidiocesano São José (RJ), o seminarista Bruno Martins da Silva de Souza sentiu em seu coração alguns questionamentos. O jovem, natural de São Gonçalo (RJ), já estava avançando em sua fase de formação quando conheceu um noviço e através dele teve contato com a Congregação Redentorista. Assim que teve oportunidade “baixou” da internet os documentos importantes da Congregação: as Constituições e os Estatutos, para conhecê-los melhor. Com as leituras, foi se identificando com aquela realidade e viu que ali estava o que queria. “O que eu desejava em meu coração era uma vida comunitária, mais próxima dos irmãos, a vida em comunidade nos ajuda a crescer”. A partir daí, intensificou o contato com os Redentoristas e, no final do 1º semestre de 2013, saiu do Seminário Diocesano. O que o completava em sua vocação, não conseguia encontrar na vida diocesana. Em seu aniversário, 1º de agosto, teve um encontro com os seminaristas e padres. “Achei que fosse me sentir um peixe fora d’água, mas ao contrário, me senti em casa, acolhido, tive certeza de que era o que eu queria”, disse, acrescentando: “Não basta só ser padre, tenho que descobrir como Deus quer que eu seja padre, precisava me realizar enquanto pessoa”. Para Bruno, a Congregação não se restringe a um espaço: “Os que fazem parte devem fazer a vontade de Deus onde quer que estejam. Temos que ir com o coração aberto, cumprir a missão de acordo com a localidade”.  

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