Ano da Vida Consagrada

No dia 30 de novembro de 2014, teve início o Ano da Vida Consagrada, que se estenderá até ao dia 2 de fevereiro de 2016. O Papa Francisco, na carta que dirigiu aos consagrados e consagradas, partindo das indicações contidas na Exortação Apostólica sobre a Vida Consagrada de S. João Paulo II, elenca três objetivos prioritários para a celebração deste novo Ano da Vida Consagrada: antes de mais nada, a necessidade de “olhar para o passado com espírito de gratidão” por forma a fazer permanecer viva a própria identidade; o segundo objetivo é a “necessidade de viver o presente com paixão” vivendo plenamente o Evangelho no espírito de comunhão; finalmente, o terceiro objetivo consiste em “abraçar o futuro com esperança” sem nunca deixar-se desencorajar pelas inúmeras dificuldades que afetam a vida consagrada.

 

Abaixo alguns pontos destacados na Carta de Papa Francisco, dirigida aos consagrados:

 

Vida religiosa consagrada: seguimento de Cristo

 

O Papa Francisco convida a uma longa parada, como peregrinação interior, diante do horizonte da primeira hora, onde os espaços estão quentes de relacionamento amigo, a inteligência é levada a abrir-se ao mistério, a decisão estabelece que é bom pôr-se ao seguimento daquele Mestre que só tem palavras de vida eterna (Jo 6,68).

Ao chamar-nos, Deus nos faz entrar no seu repouso e pede que repousemos n’Ele, como processo contínuo de conhecimento de amor.

Ressoa a Palavra: “Tu te agitas e te preocupas com muitas coisas” (Lc 10,41).

Guiados pela certeza humilde e feliz de quem foi alcançado e transformado pela Verdade que é Cristo, não podemos deixar de anunciá-la.

 

Na alegria de ser fiel

 

Somos convidados em toda época a revisitar o Centro profundo de nossa vida pessoal, lá onde se encontram significado e verdade, as motivações de nossa vida com o Mestre, como discípulos e missionários do Mestre Jesus.

 

A fidelidade no discipulado é provada pela experiência da fraternidade, lugar teológico, no qual somos chamados a dizer o Sim alegre ao Evangelho.

 

Levar o abraço de Deus

 

Somos convocados a levar a todos o abraço de Deus, que se inclina com ternura de mãe sobre nós: consagrados, sinal de humanidade plena, facilitadores e não controladores da graça de Deus, inclinados para consolar.

 

A ternura nos faz bem

 

Cuidai da vida da comunidade. É precisamente o Espirito Santo que se encontra no seio da comunidade. Alimentai uma comunhão que nasce da fé e torna a Igreja comunhão com Deus e familiaridade em Cristo, que se prolonga numa comunhão fraterna.

 

Somos chamados a fazer um êxodo de nós mesmos num caminho de adoração e serviço; somos servidores da comunhão e da cultura do encontro.

 

Em Maria cada um de nós, impelido pelo vento do Espírito, vive a sua vocação, põe-se a caminho.

 

Perguntas do Papa Francisco:

 

- O nosso coração conservou a inquietação da procura ou permitimos que fosse sufocado pelos bens que o atrofiam?

 

- Somos vítimas da cultura do provisório?

 

- A única lâmpada acesa no sepulcro de Jesus era a da esperança de Maria, a Mãe, que naquele momento era a esperança de toda a humanidade. Nas comunidades religiosas esta lâmpada está ainda acesa? Espera-se o amanhã de Deus?

 

Pe. Freitas, CSsR

 

Fonte: www.provinciadorio.org.br

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