Abertura de exposição relembra trajetória vocacional de Dom Brandão

 

A vida e obra do bispo redentorista Dom José Brandão de Castro foram relembradas durante a abertura da exposição Dom José Brandão, C.Ss.R.: Um fiel seguidor de Santo Afonso, na última sexta-feira, 22 de maio, na Biblioteca Redentorista, em Juiz de Fora (MG). A mesa redonda que deu destaque à noite foi composta pelo Superior Provincial, Pe. Américo de Oliveira, C.Ss.R., pelos padres Braz Delfino, C.Ss.R., José Raimundo Vidigal e Dalton Barros, além do historiador Rafael Bertante, auxiliar do Arquivo da Província do Rio e organizador da mostra.

 

O Provincial acolheu o público presente e fez a abertura oficial da exposição. Em seguida, passou a palavra para Rafael Bertante, que explicou o objetivo do evento: “A exposição busca a valorização do acervo provincial e a divulgação da vida de Dom Brandão, tão importante na história da Congregação e da Igreja. Ele completaria 96 anos de idade no dia 24 de maio de 2015 se estivesse vivo. Por isso, escolhemos a proximidade desta data para a abertura do evento”. Bertante relatou que o nome da exposição foi escolhido com a ajuda do padre Braz, que definiu a expressão “um fiel seguidor de Santo Afonso” para se referir a Dom Brandão por retratar a atitude e o empenho do bispo em lutar pelos mais necessitados, fazendo-o um verdadeiro Redentorista. Ao relatar essa associação, o seminarista Jefferson Lucas foi convidado para declamar o poema “Exaltação a Santo Afonso”, escrito por Dom José Brandão em 1982, pela passagem dos 250 anos de fundação da Congregação Redentorista.

 

A trajetória vocacional do bispo e diversas curiosidades sobre sua vida foram relatadas pelo padre Braz, que descreveu sua passagem pela Congregação. Já o padre Vidigal, primo de segundo grau de Dom Brandão, contou como foi sua convivência com ele, que o levou para o Seminário de Congonhas e o ordenou sacerdote, juntamente com o padre Dalton. Entre tantas lembranças, citou os hinos compostos pelo bispo e relatou uma romaria que fizeram juntos pelos lugares afonsianos na Itália. “Pude perceber a alma poeta de Dom Brandão, quando comparou a estrada sinuosa a uma poesia. Ele escrevia poemas muito essenciais. Falava muito em poucas palavras. Além de meu parente foi também um confrade querido e um grande pregador”, disse padre Vidigal.

 

Em seguida, o sr. Cruz, que foi professor no Seminário da Floresta, foi chamado pelo padre Dalton para contar algumas histórias e falar da sua relação com D. Brandão, além de ler diversas cartas trocadas pelos dois. Padre Dalton destacou o trabalho do bispo com as crianças e falou sobre sua sensibilidade e alma poética. Ele afirmou, ainda, que sua experiência o construiu como defensor dos pobres.

 

Na exposição que está aberta à visitação até o dia 26 de junho, o público poderá ver de perto alguns dos paramentos e objetos utilizados pelo bispo redentorista Dom José Brandão em meados do século XX, como sapatos, meias, luvas, mitras, barrete e estola. A Biblioteca Redentorista funciona de segunda a sexta, de 9h às 17h, na Av. dos Andradas, 855 - Morro da Glória.

 

 

Fonte: www.provinciadorio.org.br

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